A ferida que doí, não é aquela que não cicatriza, é aquela que não é cuidada, é aquela que agente passa a vida negando e fingindo que não existe, só pra não dar o gostinho de fazer feliz quem te machucou.
A ferida que doí não é aquela que sangra, mais sim aquela que não se pode conter as lagrimas,; é a ferida exposta que mais doí, a ilusão de acreditar que ela será curada, a ferida que mais doí é sem duvidas a silenciada, e quantas vezes essa dor for gritada, e ninguém pode me ouvir.
A ferida que mas doí é aquela que é sentida, e que te rouba as forças é aquela dor vivida, é a dor do amor.
Paula Alves
Paula Alves
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