sexta-feira, 10 de maio de 2013


"Ele é como uma casa antiga, pouco conservada e abandonada numa estradinha rumo a lugar nenhum, seu olhar parecia triste mas seu sorriso dizia o contrario, ele é tudo e ao mesmo tempo não significa nada, um sopro frio na madrugada quente, um abrigo em meio a tempestade, uma canção de maio, uma rosa de primavera.
Ele é um perfume estranho, um rabisco indecifrável, eu não queria que ele fosse mas ele é exatamente a dose perfeita de tudo que eu preciso; ele é destemido, complicado, ele consegue ser doce ao mesmo tempo que atrapalhado, suas palavras confundem minha mente, mas minha inocência sempre o quis por perto."
Paula Alves

Nenhum comentário:

Postar um comentário